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Etapa 3 · formato Business Case · Business Case, quando é esse o formato

Business Case no MBA USP/Esalq: o que conferir antes de mudar seu TCC

Business CaseManual 2025

Ainda não publicada.

De onde vem esta informação. Este material foi construído a partir do manual oficial de TCC do MBA USP/Esalq (2º semestre de 2025, turmas 251 e 252) e da obra de metodologia da Pecege (2024). Ele não substitui os comunicados oficiais, o manual da sua turma, o calendário da instituição ou a orientação do seu orientador. Havendo divergência, vale sempre a orientação oficial que você recebeu.

Entenda a diferença entre o manual de 2025 e a comunicação oficial de 2026, sem aplicar uma regra de turma a todos os alunos.

Business Case é uma forma de trabalho de conclusão

O blog oficial do MBA USP/Esalq, atualizado em 25 de agosto de 2026, apresenta o Business Case como formato de conclusão, centrado em um problema profissional e em uma proposta fundamentada. O artigo não oferece um mapa completo de transição por turma. Por isso, ele não permite concluir, sozinho, que todos os estudantes devem abandonar o template que receberam.

O que está confirmado: trabalhamos com o manual do segundo semestre de 2025, aplicável às turmas 251 e 252, e à comunicação pública posterior. Não foi localizado, entre os materiais consultados, um regulamento atualizado de Business Case que detalhe integralmente a aplicação a cada turma. Essa lacuna é relevante: não inventaremos datas de migração, novas etapas ou dispensas.

O TCC anterior já era aplicado

O manual de 2025 exige um trabalho individual, inédito, relacionado à área do curso e de natureza aplicada. Ele orienta o uso de conhecimentos e ferramentas para analisar problemas profissionais. Assim, não é correto resumir a mudança como “antes era apenas teoria, agora é prática”.

Essa distinção ajuda quem já desenvolveu um projeto consistente. Ter coleta de dados, estudo de caso ou proposta de melhoria não torna o trabalho inadequado ao percurso anterior. O ponto a conferir é a combinação de estrutura, entregas e critérios efetivamente adotada pelo seu curso.

Também não convém tratar Business Case como sinônimo de estudo de caso. O estudo de caso é um delineamento de pesquisa voltado ao exame aprofundado de um fenômeno em seu contexto. Business Case, nesta discussão, diz respeito à forma de organizar um trabalho orientado a uma decisão ou proposta. A classificação metodológica continua precisando ser justificada.

As estruturas não devem ser misturadas sem orientação

Documento consultado Organização descrita
Manual de 2025 — trabalho final Introdução, Metodologia ou Material e Métodos, Resultados e Discussão, Conclusão ou Considerações Finais, além dos elementos pré e pós-textuais
Artigo oficial de 2026 — Business Case Folha de rosto, Sumário executivo, Introdução, Desenvolvimento, Discussão dos Resultados, Considerações Finais, Referências e complementos quando necessários

O artigo de 2026 admite a discussão de resultados obtidos ou estimados, desde que sustentados. Isso não autoriza apresentar uma projeção como resultado observado. O template e os critérios da turma continuam sendo a referência para a entrega.

A tabela é comparativa e não substitui nenhum dos documentos. Não acrescente seções ao seu arquivo apenas para reunir os dois modelos. Um trabalho pode ficar menos claro quando repete método, diagnóstico e resultados em blocos equivalentes.

Como verificar o seu caso

Abra os documentos da sua turma e procure quatro informações: o nome do formato, a versão do template, as etapas avaliadas e os critérios de resultado. Verifique também se há um comunicado posterior ao manual.

Mensagem sugerida ao orientador: “Consultei a comunicação atual sobre Business Case, mas meu ambiente apresenta o template de [nome do documento]. Para o meu curso e a minha turma, devo seguir qual estrutura? Há orientações específicas para resultados projetados, implementação e entregas intermediárias?”

Essa pergunta é mais útil do que solicitar apenas uma confirmação genérica de que o trabalho é aplicado. Ela ajuda a identificar as decisões que realmente afetam seu planejamento. Guarde a resposta junto da versão dos documentos utilizados.

Resultado real, estimativa e proposta: três coisas diferentes

Em um roteiro didático de Business Case, separe o diagnóstico observado, a intervenção proposta e o resultado esperado. Essa distinção precisa aparecer na redação, nas tabelas e na conclusão.

Exemplo original: os registros mostram 120 pedidos com retrabalho em um mês. Esse é um dado observado, se obtido de uma fonte real verificada. A proposta é implantar uma validação no cadastro. A expectativa de reduzir o retrabalho para 70 pedidos é uma projeção, não uma melhoria já comprovada. Para apresentá-la, seria preciso explicar de onde vem a hipótese, quais condições a sustentam e como será monitorada.

Se um piloto foi realizado, descreva sua duração, abrangência e resultados reais. Se ele não ocorreu, não escreva “a intervenção reduziu”. Escreva de maneira compatível com uma avaliação prospectiva e confirme se esse tipo de evidência atende ao seu curso.

O que você pode desenvolver antes de confirmar os detalhes

É possível avançar no problema, no levantamento da literatura, na identificação das fontes e na caracterização do contexto. Também é possível documentar alternativas de solução e critérios de comparação. Essas atividades geram uma base útil, desde que não envolvam coleta sem autorização ou sem a aprovação ética eventualmente necessária.

Evite investir muitas horas em uma diagramação ou seção cuja exigência não foi confirmada. A metodologia, a viabilidade dos temas e o planejamento de dados podem ser trabalhados antes da revisão final do formato.

Perguntas frequentes

Business Case elimina a pesquisa e as referências?

Não trate uma decisão como fundamentada sem evidências. O roteiro proposto nesta biblioteca usa documentos, dados, literatura e premissas explícitas. Uma apresentação persuasiva não substitui a demonstração de como a recomendação foi construída.

Preciso implantar a solução antes de entregar?

Essa exigência precisa ser conferida na sua orientação específica. Não a inferimos do nome Business Case. Nossa página prática diferencia diagnóstico, projeto, piloto e implementação para que cada situação seja descrita corretamente.

Quem está na turma 252 deve trocar de modelo?

Não temos uma base normativa suficiente para recomendar uma troca automática. A página 252 foi organizada em torno do Projeto de Pesquisa documentado no guia da turma, com aviso de conferência do manual vigente.

Onde encontro um roteiro para começar?

No passo a passo de Business Case. Ele é um instrumento didático independente, não uma reprodução de template institucional.

Precisa de ajuda com o seu TCC?

A equipe analisa seu caso e indica o próximo passo, sem compromisso.

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